quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Cores

A mistura é importante na formação das cores pois os cartuchos coloridos que tem usualmente 3 cores (ciano, amarelo e magenta) enquanto o preto apenas uma sendo todas as outras cores formadas por misturas destas. Impressoras com qualidade fotográfica, possuem 6 cores, sendo 2 complementares: ciano claro, e magenta claro, para conseguir maior fidelidade nas gradações de cores. A fidelidade vai depender da tecnologia empregada e da qualidade da tinta.

Relações entre resolução de monitor de vídeo e resolução de impressora

Uma impressora jato de tinta necessita de um número muito maior de pontos por polegada para imprimir, com qualidade semelhante, uma imagem mostrada no monitor de vídeo que tenha um determinado número de pixels por polegada.
Isso acontece porque a impressora trabalha com pontos formados por até quatro canais de cores (normalmente o padrão CMKY), cada um deles com apenas uma opção de intensidade (quantidade fixa de tinta por canal), enquanto um monitor de vídeo forma um pixel utilizando três canais de cores (RGB), mas cada um deles com 256 níveis de luminosidade diferentes. Sendo assim, o número de cores que podem ser gerados pela impressora em um ponto é 16 (24), enquanto um monitor de vídeo pode gerar 16.777.216 (256³) cores diferentes em um pixel. Algumas impressoras têm a capacidade de variar a quantidade de tinta de cada canal de cor ou ter canais de cores adicionais, mas, ainda assim, haverá muito menos opções que as disponíveis em um monitor. A maioria das impressoras resolve essa limitação utilizando recursos de meio-tom (ou dithering) para simular cores adicionais, necessitando de vários pontos de impressão para obter o mesmo efeito de um único pixel na imagem do monitor (ver ilustração abaixo).

Uma imagem com 10×10 pixels no monitor de vídeo precisa de uma densidade de impressão bem maior em uma impressora jato de tinta, para obter-se qualidade semelhante

Tipos de Tinta

Corante
São moléculas coloridas solúveis no meio base da tinta que formam uma solução verdadeira, completamente homogênea e estável. São bastante econômicas, e são utilizadas tanto em cartuchos originais como remanufaturados, sua durabilidade é média e não é a prova d'água.

Pigmentada
São partículas coloridas insolúveis que são dispersas, usualmente por meio de aditivos e moagem, de forma a permanecerem em uma suspensão estabilizada e quase homogênea. A Epson e outros fabricantes utilizam em seus cartuchos originais, a sua precisão de cor é superior a tinta corante, e sua durabilidade também, utilizada em conjunto com papéis de boa qualidade chega a ser superior a 10 anos, segundo o fabricante. Devido a seu alto grau de resistência a água, também é utilizada em papéis transfer, muito utilizados para estampar camisetas.

Toner

Toner é uma tinta em pó usado nas impressoras a laser e fotocopiadoras para formar texto e imagens em papel. As partículas do toner são tranferidas para o papel por meio de cargas magneticas e friccao, e logo apos fundidas no papel pelo calor do rolo fusor enquanto o papel é impresso. Primeiramente era simplesmente pó de carbono. Atualmente, o carbono é misturado com um polímero, aumentando significativamente a qualidade da impressão. O polímero usado varia entre os fabricantes, podendo ser Estireno Acrilato Copolímero ou Resina de poliéster. O tamanho das partículas de toner variam de 1 a 15 micrômetros.
Estão a ser desenvolvidas reduções no tamanho das partículas e a aplicação de novas tecnologias como a Emulsion-Aggregation vai produzir uma maior resolução.
O nome "toner" provém do inglês toner e significa tonalizador, mas também é usado de forma errônea para designar o reservatório do pó. O reservatório é uma espécie de cápsula cilíndrica que por sua vez fica numa caixa de plástico que pode ser removida do equipamento onde está instalada, possibilitando sua rápida substituição.

Impressora

Uma impressora ou dispositivo de impressão é um periférico que, quando conectado a um computador ou a uma rede de computadores, tem a função de dispositivo de saída, imprimindo textos, gráficos ou qualquer outro resultado de uma aplicação. Herdando a tecnologia das máquinas-de-escrever, as impressoras sofreram drásticas mutações ao longo dos tempos. Também com o evoluir da computação gráfica, as impressoras foram-se especializando a cada uma das vertentes. Assim, encontram-se impressoras optimizadas para desenho vectorial e para raster, e outras optimizadas para texto. A tecnologia de impressão foi incluída em vários sistemas de comunicação, como o fax.


Características

As impressoras são tipicamente classificadas quanto à escala cromática (em cores ou em preto-e-branco), páginas por minuto (medida de velocidade) e tipo.

Bidirect print
Bidirect print consiste na impressão bidirecional. Quando o cabeçote da impressora vai para a direita ele imprime e quando retorna para esquerda também é feita a impressão. Este expediente tecnológico torna as impressoras mais rápidas.


Tipos de impressora

Impressora de impacto
As impressoras de impacto baseiam-se no princípio da decalcação, i.e., ao colidir uma agulha ou roda de caracteres contra um fita de tinta dá-se a produção da impressão. As impressoras margarida e impressoras matriciais são exemplos de impressoras de impacto.

Impressora de jato de tinta
Essas impressoras imprimem através de um cartucho de tinta que vai de 3 à 30 ml. Algumas têm uma ótima qualidade de impressão quase se igualando às de Laser. São as impressoras mais utilizadas.

Impressora a laser
As impressoras a laser são o topo de gama na área da impressão e seus preços variam enormemente, dependendo do modelo. São o método de impressão preferencial em tipografia e funcionam de modo semelhante ao das fotocopiadoras.

Impressora térmica
Embora sejam mais rápidas, mais econômicas e mais silenciosas do que outros modelos de impressoras, as impressoras térmicas praticamente só são utilizadas hoje em dia em aparelhos de fax e máquinas que imprimem cupons fiscais e extratos bancários. O grande problema com este método de impressão é que o papel térmico utilizado desbota com o tempo, obrigando o utilizador a fazer uma fotocópia do mesmo.
No início do século XXI, modelos mais avançados, as impressoras de transferência térmica, difundiram-se ao permitir impressão em cores. Seu custo, todavia, ainda é muito superior ao das impressoras de jato de tinta.

Impressora Solvente
Estas impressoras são indicadas para profissionais de comunicação visual e artes gráficas como: Bureaux, empresas gráficas, grandes varejistas, entre outras. Como utiliza tinta a base de solvente é ideal para fazer impressões de banners, imagens de grandes formatos para pontos de venda, faixas, adesivos em vinil, material para adesivação automotiva, outdoors, ampliações, entre outros.

Plotter
As plotters são especializadas em desenho vectorial e muito comuns em estúdios de arquitectura e CAD/CAM.


Outros tipos de impressora

Impressoras de cera térmica
Estas impressoras são mais usadas para transparências em apresentações empresariais e para prova de cor (criação de documentos e imagens teste para uma inspeção de qualidade antes do envio dos documentos mestre para serem impressos em impressoras industriais offset de quatro cores). As impressoras de cera térmica utilizam tambores CMYK direcionados por uma fita, e papel ou transparência especialmente cobertos. A cabeça de impressão contém elementos quentes que derretem cada cor de cera no papel conforme ele rola pela impressora. Elas são muitos úteis em lojas comercias onde são impressas notas de recibo comercial.

Impressoras dye-sublimation
Usadas em empresas como agências de serviço — onde a qualidade profissional dos documentos, panfletos e apresentações é mais importante que o custo dos consumíveis — as impressoras dye-sublimation (ou dye-sub) são os cavalos de batalha da impressão CMYK de qualidade. Os conceitos por trás das impressoras dye-sublimation são similares aos das impressoras de cera térmica, exceto pelo uso de filme dye plástico difusivo ao invés de cera colorida. A cabeça de impressão aquece o filme colorido e vaporiza a imagem em papel especialmente coberto.
A dye-sub é bastante conhecida no mundo do design e publicações, assim como no campo da pesquisa científica, onde é necessário ter precisão e detalhes. Tais detalhes e qualidade de impressão têm um preço, já que as impressoras dye-sub também são conhecidas por seus altos custos de impressão.
Estas impressoras também são usadas para impressão cartões de PVC, ou de Polyester.
Elas são largamente utilizadas na area de seguraça e credenciamento, para impressão de crachás de identificação. E inclusive em alguns paises elas são utilizadas para confecção de carteiras de motoristas.

Impressoras de tinta sólida
Usadas principalmente nos setores de embalagens e design industrial, as impressoras de tinta sólida são famosas por imprimir numa variedade de tipos de papel. As impressoras de tinta sólida, como o nome indica, usam espetos de tinta endurecidos, que são derretidos e espirrados através de pequenos bocais na cabeça de impressão. O papel é então enviado através de um rolamento fusor, que por sua vez força a tinta sobre o papel.
A impressora de tinta sólida é ideal para provas e protótipos de novos designs de embalagens de produtos. Sendo assim, a maioria das empresas de serviços não tem necessidade deste tipo de impressora.

Impressora de sublimação
As impressoras de sublimação (ou impressoras de sublimação de cor) são um tipo de impressora que utilizam o calor para transferir a tinta sob a forma de gás para um papel especial, com cobertura de plástico, ou para materiais como alumínio, aço inox ou tecidos com no mínimo 30% de poliéster.
Essas impressoras utilizam cartuchos de tinta independentes, que são como fitas; essas fitas transferem através de calor, as imagens para o papel que está sendo impresso. Cada uma das quatro cores básicas (magenta, amarelo, ciano e preto) são impressas uma de cada vez, ou seja, toda a folha é impressa utilizando o magenta, depois a folha é recolhida e é impresso o amarelo, e assim por diante. Isso eleva um pouco o tempo da impressão.
Esta tecnologia é ideal para imprimir fotografias e pinturas. Seu custo, todavia, é bastante elevado.

Impressora de cartão PVC
As impressoras de cartões de identificação são ideais para empresas que necessitem imprimir cartões de identificação para segurança, cartões de fidelidade, cartões de membros de faculdades, escolas, clubes e associações, entre outros. Apresentam-se como uma ótima solução para bureaus de prestação de serviços, mercados educacionais (escolas, universidades), entidades recreativas (parques, clubes), supermercados, grandes magazines, hospitais, órgãos governamentais, programas de fidelidade, convênios, e empresas de todos os portes.

Impressora de Margarida

As primeiras impressoras tinham um funcionamento bastante semelhante às máquinas de escrever elétricas. Ao invés agulhas ou um sistema para espirrar tinta no papel, era usado um conjunto de tipos, geralmente na forma de um círculo (daí o apelido impressora de margarida) que eram batidos sobre uma fita para gerar a impressão. Estas impressoras eram capazes de imprimir apenas textos, mesmo assim, com apenas uma ou com algumas poucas opções de fontes, mudadas com a troca da margarida.
As impressoras de margarida produziam uma impressão de boa qualidade, mas além das limitações quanto a textos e gráficos, apresentavam baixa velocidade de impressão, geralmente pouco superior à velocidade de um bom digitador. Por isso, tornaram-se obsoletas com o surgimento das impressoras matriciais.

Impressora Matricial

Ao contrário das obsoletas impressoras de margarida, as impressoras matriciais utilizam um conjunto de agulhas, geralmente 9, que produzem impacto sobre uma fita de impressão, deixando marcas no papel.
As impressoras matriciais são bastante econômicas em comparação com impressoras jato de tinta e laser, pois a fita de impressão é extremamente barata, e pode ser usada por muito tempo. Uma fita de impressão para uma Epson LX 300, por exemplo, não custa mais do que 5 reais, e pode imprimir centenas de folhas.
O uso de agulhas, ao invés de tipos, permite o uso de vários tipos de fonte e também a impressão em modo gráfico, embora sem muita qualidade e apenas em preto. Existem também impressoras matriciais coloridas, que utilizam uma fita de impressão especial com quatro cores. O problema é que, além da impressão demorar bem mais, as cores nunca ficam perfeitas, pois como as mesmas agulhas entram em contato sucessivamente com as quatro cores de tinta, acabam misturando-as, alterando sua tonalidade.
A Epson LX 300, por exemplo, pode transformar-se numa impressora colorida, através de um Kit que inclui a fita e o driver de impressão. O problema é que este Kit é muito caro, custando mais do que um cartucho para uma impressora jato de tinta, não valendo muito à pena já que a fita colorida não dura muito. Mesmo com a popularização das impressoras jato de tinta, as impressoras matriciais ainda são usadas em muitos lugares, devido ao seu baixo custo de impressão, durabilidade e, principalmente, devido à sua capacidade de imprimir formulários em duas ou três vias com carbono.

Impressora LED

Esta é uma tecnologia de impressoras semelhantes às Laser, que também utilizam toner e possuem uma qualidade de impressão semelhante, mas são um pouco mais baratas. A diferença é que ao invés de laser estas impressoras utilizam um pente de LEDs para gerar as cargas eletrostáticas no cilindro de impressão. Um exemplo de empresa que comercializa este tipo de impressora é a Okidata.

Impressora Laser

Numa impressora a laser, a imagem a ser impressa em papel é primeiramente formada num cilindro, ou molde. Um feixe de raios laser gera cargas de eletricidade estática em algumas partes do cilindro. Ao ser passado no reservatório de toner, as partes carregadas do cilindro o atraem, formando um molde perfeito da imagem a ser impressa. Em seguida, o molde é prensado contra o papel, com a ajuda de um mecanismo chamado conjunto fusor, sendo o toner transferido e gerando a página impressa. Além das impressoras a laser monocromáticas, temos também as coloridas, que usam quatro cores de toner para conseguir cores perfeitas.
As impressoras a laser oferecem uma qualidade superior de impressão, além de serem muito mais rápidas. O maior obstáculo à sua popularização, porém, é seu alto custo. Enquanto podemos adquirir uma impressora jato de tinta colorida por 150 ou 200 reais, os modelos mais simples de impressoras a laser custam apartir de 700 ou 800 reais. Isto em se tratando de impressoras monocromáticas, já que as coloridas são bem mais caras.
Em compensação, as impressoras a laser possuem um custo de impressão por página bem mais baixo (R$ 0,10 ou menos, na maioria dos modelos, com a opção de usar recargas de tonner, que custam menos), são muito mais rápidas (as mais lentas imprimem de 6 a 8 páginas por minuto, as melhores imprimem entre 20 e 30 páginas por minuto) e suportam um volume de impressão muito maior. Os modelos mais baratos são projetados para suportar normalmente ciclos de 10.000 páginas mensais ou mais.



COMO FUNCIONAM AS IMPRESSORA A LASER


Introdução

O termo impressora a jato de tinta descreve muito bem o processo de trabalho: esse tipo de impressora gera uma imagem sobre o papel usando minúsculos jatos de tinta. A expressão impressora a laser, por outro lado, é um pouco mais misteriosa. Como pode um raio laser, um feixe altamente focalizado de luz, escrever letras e desenhar fotografias sobre o papel?
Neste artigo, vamos mostrar como as impressoras a laser funcionam, acompanhando o percurso de uma página desde os caracteres na tela de um computador até às letras impressas no papel. Na verdade, o processo de impressão a laser se baseia em alguns princípios científicos muito simples, mas aplicados de maneira inovadora.


Eletricidade estática

Um dos princípios do trabalho de uma impressora a laser é a eletricidade estática, a mesma energia que faz as roupas dentro de uma secadora grudarem umas nas outras ou um raio se propagar de uma nuvem de tempestade ao solo. A eletricidade estática é uma carga elétrica acumulada em um objeto isolado. Como átomos de cargas opostas atraem uns aos outros, objetos com campos elétricos opostos se agarram.

Trajeto de uma folha de papel através de uma impressora a laser

Uma impressora a laser usa esse fenômeno como um tipo de "cola temporária". O componente essencial desse sistema é o fotorreceptor, normalmente um tambor ou cilindro rotativo. Esse conjunto do tambor é feito de um material fotocondutor, descarregado por fótons de luz.

Componentes básicos de uma impressora a laser


CILINDRO DE IMAGEM OU TAMBOR

Inicialmente, o cilindro de imagem recebe uma carga negativa pelo fio corona de carga ou cilindro de carga primária PCR . À medida que o cilindro gira, a impressora faz brilhar um minúsculo raio laser ao longo da superfície para descarregar determinados pontos. Dessa maneira, o laser "desenha" as letras e imagens que serão impressas como um padrão de cargas elétricas: uma imagem eletrostática. O sistema também pode trabalhar com as cargas inversas, ou seja, uma imagem eletrostática positiva sobre um plano de fundo negativo.

O laser "desenha" sobre um tambor fotocondutor giratório

Depois de estabelecer o padrão, a impressora recobre o tambor com um toner (um pó fino e preto) carregado positivamente. Como ele possui uma carga positiva, o toner se agarra às áreas negativas descarregadas do tambor, mas não ao "plano de fundo" carregado positivamente. É como escrever com cola sobre uma lata de refrigerante e rolá-la sobre farinha: a farinha gruda somente sobre a parte da lata revestida com cola e você fica com uma mensagem escrita com o pó.
Com o padrão de pó fixado, o tambor rola sobre uma folha de papel que se move ao longo de uma cinta abaixo dela. Antes que o papel role sobre o tambor, o papel recebe uma carga negativa por meio do fio corona de transferência (rolo carregado). Essa carga é mais forte do que a carga negativa da imagem eletrostática e o papel em branco pode repelir o pó do toner. Como o papel se move na mesma velocidade que o tambor, ele capta exatamente o padrão da imagem. Para impedir que o papel fique aderido ao tambor, ele é descarregado pelo fio corona de desprendimento imediatamente depois de captar o toner.



Fusor

Finalmente, a impressora passa o papel pelo fusor, um par de rolos aquecidos. À medida que o papel passa por esses rolos, o pó de toner solto se funde, unindo-se às fibras do papel. O fusor rola o papel para a bandeja de saída e você tem a página impressa. O fusor também aquece o próprio papel e é por isso que as páginas sempre saem quentes de uma impressora a laser ou de uma fotocopiadora.

E o que impede o papel de queimar? Principalmente, a velocidade. O papel passa pelos rolos tão rapidamente que não chega a se aquecer em demasia.
Depois de depositar o toner sobre o papel, a superfície do tambor passa pela lâmpada de descarga. Essa luz brilhante expõe toda a superfície fotorreceptora, apagando a imagem elétrica. A superfície do tambor passa pelo fio corona de carga, que reaplica a carga positiva.
Os componentes básicos de uma impressora a laser

Conceitualmente, isso é tudo. É claro, fazer tudo acontecer corretamente é muito mais complexo. Nas próximas seções, vamos examinar os diferentes componentes com maiores detalhes para ver como eles produzem texto e imagens com tanta rapidez e precisão.


Portas de comunicação

Antes que uma impressora a laser possa fazer qualquer coisa, ela precisa receber os dados da página e "definir" como vai colocar tudo no papel. Esse é o trabalho do controlador da impressora.
O controlador da impressora é o principal computador de bordo da impressora a laser. Ele fala com o computador hospedeiro (por exemplo, o seu PC) por meio de uma porta de comunicação, como a porta paralela ou a porta USB. No início do trabalho de impressão, a impressora a laser determina, em conjunto com o computador hospedeiro, a maneira pela qual trocarão dados. O controlador pode ter que iniciar e parar a comunicação com o computador hospedeiro periodicamente para processar a informação que recebeu.

A impressora a laser possui alguns tipos diferentes de portas de comunicação

Em um escritório, uma impressora a laser provavelmente será conectada a diversos computadores hospedeiros para que múltiplos usuários possam imprimir documentos a partir de suas máquinas. O controlador manipula cada um separadamente, mas pode efetuar muitas "comunicações" ao mesmo tempo. Essa capacidade de manipular diversos trabalhos de uma vez é uma das razões pelas quais as impressoras a laser são tão populares.


Principais linguagens

Para que o controlador da impressora e o computador hospedeiro possam se comunicar, eles precisam falar a mesma linguagem de descrição de página. Nas impressoras mais antigas, o computador enviava um tipo especial de arquivo de texto e um código simples que fornecia as informações básicas à impressora. Como essas primeiras impressoras dispunham somente de poucas fontes, esse era um processo muito direto.
Hoje, você dispõe de centenas de fontes diferentes para escolher e não precisa pensar duas vezes para imprimir um trabalho gráfico complexo. Para lidar com todas essas informações diferentes, a impressora precisa usar uma linguagem mais avançada.
As principais linguagens de comando de impressoras atuais são a Printer Command Language (PCL), da Hewlett Packard, e a Postscript, da Adobe. Ambas descrevem a página na forma vetorial, ou seja, como valores matemáticos de formas geométricas em vez de uma série de pontos (uma imagem bitmap). A própria impressora utiliza as imagens vetoriais e as converte em uma página bitmap. Com esse sistema, a impressora pode receber páginas elaboradas complexas que apresentem qualquer tipo de fonte ou imagem. Além disso, como a impressora cria sozinha a imagem bitmap, ela mesma pode usar sua máxima resolução (em inglês).
Algumas impressoras usam um formato de interface de dispositivo gráfico (GDI, em inglês) em vez de um padrão PCL. Nesse sistema, o computador hospedeiro cria ele mesmo a matriz de pontos, de modo que o controlador não precisa processar nada: ele apenas envia as instruções de pontos para o laser.
Porém, na maioria das impressoras a laser, o controlador deve organizar todos os dados que recebe do computador hospedeiro. Isso inclui todos os comandos que informam à impressora o que fazer: que papel usar, como formatar a página, como lidar com a fonte, etc. Para o controlador trabalhar com esses dados, ele deve recebê-los na ordem correta.


Configurando a página

Assim que os dados estão estruturados, o controlador começa a montar a página. Ele estabelece as margens do texto, distribui as palavras e posiciona os gráficos. Quando a página é configurada, o processador de rastreio da imagem processa os dados da página, no todo ou em pedaços, e os transforma em uma matriz de pontos minúsculos. A impressora necessita que a página esteja nessa forma para que o laser possa gravá-la sobre o tambor fotorreceptor.
Na maioria das impressoras a laser, o controlador salva todos os dados do trabalho de impressão em sua própria memória. Isso permite que o controlador coloque os diferentes trabalhos de impressão em uma fila de espera (em inglês, queue), de modo que ele possa lidar com eles um de cada vez. Isso também poupa tempo quando se imprimem diversas cópias de um documento, já que o computador hospedeiro somente tem que enviar os dados uma única vez.


Conjunto do laser

O sistema de laser da impressora, ou conjunto de varredura a laser, deve ser muito preciso. O conjunto de varredura a laser tradicional inclui:
• um laser
• um espelho móvel
• uma lente
O laser recebe os dados da página (os minúsculos pontos que compõem o texto e as imagens) uma linha horizontal de cada vez. À medida que o feixe se move ao longo do tambor, o laser emite um pulso de luz para cada ponto a ser impresso e nenhum pulso para cada ponto que permanecerá sem impressão.

Na verdade, o laser não move o próprio feixe. Em vez disso, oscila um espelho móvel. À medida que o espelho se move, ele faz o feixe brilhar através de uma série de lentes. Esse sistema compensa a distorção da imagem causada pela distância variável entre o espelho e os pontos ao longo do tambor.


Escrevendo a página

O conjunto do laser se move somente em um plano, o horizontal. Depois de cada varredura horizontal, a impressora move o tambor fotorreceptor por um entalhe, de maneira que o conjunto do laser possa desenhar a próxima linha. Um pequeno computador de impressão sincroniza tudo isso perfeitamente, mesmo em grandes velocidades.
Algumas impressoras a laser usam uma tira de diodos emissores de luz (LEDs) para imprimir a imagem da página, em vez de um único laser. Cada posição de ponto possui sua própria luz dedicada, o que significa que a impressora possui um padrão de resolução de impressão. Esses sistemas têm um custo de fabricação menor do que os verdadeiros conjuntos a laser, mas produzem resultados inferiores. Normalmente, são encontrados nas impressoras mais baratas.



Fotocopiadoras

As impressoras a laser trabalham de maneira semelhante às fotocopiadoras. Há poucas diferenças e a mais óbvia é a origem da imagem. Uma fotocopiadora faz a varredura de uma imagem por meio do reflexo de uma luz brilhante, ao passo que a impressora a laser recebe a imagem na forma digital.
Outra diferença é como a imagem eletrostática é criada. Quando uma fotocopiadora envia a luz sobre uma folha de papel, a luz refletida sobre o fotorreceptor provém das áreas claras, porque nas áreas escuras ele é absorvido. Nesse processo, o "plano de fundo" é descarregado, enquanto a imagem eletrostática retém uma carga positiva. Esse método é chamado de "escrita em branco".
Na maioria das impressoras a laser, o processo é invertido: o laser descarrega as linhas da imagem eletrostática e deixa o plano de fundo carregado positivamente. Em uma impressora, esse sistema de "escrita em preto" é mais fácil de implementar do que a "escrita em branco" e geralmente produz melhores resultados.


Toner

Uma das peças mais importantes de uma impressora a laser (ou fotocopiadora) é o toner. É estranha a idéia de que o papel agarre a "tinta" em vez de ser a impressora a aplicá-la. E é ainda mais estranho que a "tinta" não seja realmente tinta.
Então, o que é o toner? Trata-se de um pó carregado eletricamente com dois ingredientes principais: pigmento e plástico.
O papel do pigmento é bem evidente - ele fornece a coloração (preta, em uma impressora monocromática) que preenche o texto e as imagens. Esse pigmento é misturado com partículas de plástico para que o toner derreta ao passar pelo calor do fusor. Essa qualidade confere ao toner diversas vantagens sobre a tinta líquida. A principal é que ele se une firmemente às fibras de praticamente qualquer tipo de papel, o que significa que o texto não ficará borrado ou manchado facilmente.

Grão de revelador recoberto com pequenas partículas de toner


Aplicação de toner

Como a impressora aplica esse toner na imagem eletrostática sobre o tambor? O pó é armazenado no reservatório de toner, um pequeno recipiente embutido em um estojo removível. A impressora junta o toner proveniente do reservatório com a unidade reveladora. O revelador, na verdade, é uma coleção de pequenos grãos magnéticos carregados negativamente. Esses grãos são fixados a um rolo metálico rotativo que os movimenta através do reservatório do toner.
Como são carregados negativamente, os grãos do revelador coletam as partículas positivas do toner à medida que passam. O rolo escova os grãos ao passarem pelo conjunto do tambor. A imagem eletrostática possui uma carga negativa mais forte do que os grãos do revelador e o tambor retira as partículas de toner.

Em um lote de impressoras, o reservatório de toner, o revelador e o conjunto do tambor são combinados em um cartucho substituível

O tambor então se move sobre o papel, que possui uma carga ainda mais forte, e acaba por agarrar o toner. Depois de recolher o toner, o papel é imediatamente descarregado pelo fio corona de desprendimento. Nesse ponto, a única coisa que retém o toner sobre a página é a gravidade: se você soprasse a página, toda a imagem desapareceria. A página deve passar pelo fusor para fixar o toner. Os rolos fusores são aquecidos por lâmpadas internas de tubo de quartzo, de modo que o plástico no toner se funde quando passa por elas.
Mas o que impede o toner de se acumular nos rolos fusores em vez de grudar na página? Para impedir que isso aconteça, os rolos fusores devem ser revestidos com Teflon, o mesmo material não aderente usado em panelas.


Impressoras coloridas

Inicialmente, a maioria das impressoras comerciais a laser estava limitada à impressão monocromática (escrita em preto sobre papel branco). Mas agora há uma grande variedade de impressoras a laser coloridas no mercado.
Essencialmente, as impressoras coloridas trabalham do mesmo modo que as impressoras monocromáticas, exceto pelo fato de que passam por todo o processo de impressão quatro vezes: uma para a cor ciano (azul), uma para a magenta (vermelha), uma para a amarela e uma para a preta. Ao combinar essas quatro cores de toner em proporções variadas, pode gerar cores diversas.

Interior de uma impressora a laser colorida

Há diversas maneiras diferentes de se fazer isso. Alguns modelos possuem quatro unidades de toner e revelador em uma roda giratória. A impressora dispõe a imagem eletrostática para uma cor e coloca essa unidade de toner em posição. Em seguida, aplica essa cor ao papel e passa pelo processo novamente para aplicar a próxima cor. Certas impressoras adicionam todas as quatro cores a uma placa antes de colocar a imagem no papel.
Algumas impressoras mais caras possuem uma unidade impressora completa (um conjunto de laser, um tambor e um sistema de toner) para cada cor. O papel simplesmente se move pelas diferentes cabeças de tambor, recolhendo todas as cores em um tipo de linha de montagem.


Vantagens de uma laser

Por que comprar uma impressora a laser em vez de uma impressora a jato de tinta mais barata? As principais vantagens das impressoras a laser são a velocidade, a precisão e a economia. Um laser pode se mover bem mais rápido, que uma impressora a jato de tinta. E como o raio laser tem um diâmetro invariável, pode desenhar com mais precisão, sem espirrar excesso de tinta.
As impressoras a laser tendem a ser mais caras do que as impressoras a jato de tinta, mas seu custo de funcionamento é inferior. O pó de toner é barato e dura mais tempo, ao passo que você esgota os caros cartuchos de tinta muito rápido. É por isso que os escritórios costumam usar uma impressora a laser para impressão de longos documentos de texto. Na maioria dos modelos, essa eficiência mecânica é complementada pela eficiência de processamento. Um controlador de impressora a laser pode atender a todos em um pequeno escritório.
Quando foram apresentadas inicialmente, as impressoras a laser eram caras demais para o uso como impressora pessoal. Entretanto, desde que surgiram, tornaram-se muito mais acessíveis. Agora é possível comprar um modelo básico por um valor acessível.
À medida que a tecnologia avança, os preços das impressoras a laser deve continuar a cair, enquanto o desempenho melhora. Também veremos variações de design inovadores e possíveis aplicações inteiramente novas da impressão eletrostática.

Impressora Jato de Tinta

As impressoras jato de tinta são as impressoras mais vendidas atualmente. Ao invés de usar agulhas e fita como as matriciais, as impressoras jato de tinta trabalham espirrando gotículas de tinta sobre o papel, conseguindo uma boa qualidade de impressão, próxima à de impressoras a laser. Outra vantagem destas impressoras é seu baixo custo, o que as torna perfeitas para o uso doméstico.
As impressoras jato de tinta podem usar basicamente três tecnologias de impressão: a Buble Jet (jato de bolhas) ou térmica, a Piezoelétrica e a de troca de estado.
A tecnologia Buble Jet foi criada pela Canon, que detém a patente do nome até hoje. Esta tecnologia consiste em aquecer a tinta através de uma pequena resistência, formando pequenas bolhas de ar, que fazem a tinta espirrar com violência sobre o papel. Atualmente é o sistema mais utilizado, onde a impressora aquece pequenas quantidades de tintas a até 500 °C. Com o aquecimento uma bolha é formada e força as pequenas gotículas de tinta saírem pelo bocal. O processo leva cerca de 20 milionésimos de segundo por gota. O mecanismo fica situado no cartucho de tinta, tornando o valor do cartucho mais caro, mas com menor manutenção e utilização de todo o conteúdo, pois seu conteúdo fica sob pressão. A resolução que é medida em DPIs, é boa, e tem um ótimo custo benefício. Esta tecnologia é utilizada por fabricantes como Hewlett-Packard, Lexmark, Xerox e a própria Canon. No caso das impressoras HP, a tecnologia recebe o nome de "Ink Jet", apesar do princípio de funcionamento ser o mesmo. Uma desvantagem desta tecnologia é que, devido ao aquecimento, a cabeça de impressão costuma se desgastar depois de pouco tempo, perdendo a precisão. Por outro lado, por serem extremamente simples, as cabeças são baratas, e por isso são embutidas nos próprios cartuchos de impressão.
As impressoras Epson por sua vez, utilizam uma cabeça de impressão Piezoelétrica, que funciona mais ou menos como uma bomba microscópica, borrifando a tinta sobre o papel. A cabeça de impressão consiste em uma pequena canalização, com um cristal piezoelétrico próximo da ponta. Quando recebe eletricidade, este cristal vibra, fazendo com que gotículas de tinta sejam expelidas para fora do cartucho - alcançando resoluções muito altas, com gradações de cores quase imperceptíveis. Esta tecnologia traz como vantagem uma maior precisão, que permite numa impressão com uma resolução muito maior. O mecanismo fica situado na impressora, sendo os cartuchos apenas reservatórios, mas com fluxo de tinta baseado em sucção, e aceitam tanto tintas corantes como pigmentadas. Sua resolução é ótima, mas tem a desvantagem de entupir com facilidade caso não seja usada diariamente.
A Epson Stilus 600, por exemplo, é capaz de imprimir com até 1440 DPI (pontos por polegada) enquanto uma HP 692C, que está na mesma faixa de preço, imprime no máximo a 600 DPI.
A HP por sua vez, alega que apesar de usarem resolução menor, suas impressoras possuem uma qualidade de impressão equivalente. A alguns anos atras ela lançou até uma campanha publicitária, falando de pontos por polegada e abacaxis por polegada.
Como as cabeças de impressão Piezoelétricas possuem maior durabilidade e, são muito mais complexas e caras do que as buble-jet, elas não são trocadas junto com os cartuchos, fazendo parte da impressora. Por um lado isso é bom, pois permite baratear um pouco os cartuchos, mas por outro lado, torna a impressora mais susceptível a problemas, como o entupimento das cabeças de impressão, sendo que troca em uma autorizada muitas vezes acaba custando mais da metade do preço de uma impressora nova.
Existem também impressoras de troca de estado, que utilizam tinta sólida, um tipo de cera, geralmente em forma de fitas. Nestas impressoras, a tinta é derretida e espirrada sobre o papel. A vantagem é que, como a tinta é um tipo de cera, a impressão assume um aspecto brilhante, com qualidade semelhante à de uma foto, mesmo usando papel comum.
Um exemplo de impressora de troca de estado é a Citizen Printiva, que possui uma qualidade de impressão surpreendente, mas que demora cerca de 6 minutos para imprimir uma página colorida e possui um custo de impressão salgado.



COMO FUNCIONAM AS IMPRESSORAS A JATO DE TINTA
  
Introdução
 
Não importa onde você esteja lendo esse artigo, é bem provável que você tenha uma impressora por perto. E há uma chance muito boa de que ela seja uma impressora a jato de tinta. Desde sua introdução, na última metade dos anos 80, as impressoras a jato de tinta cresceram em popularidade e desempenho enquanto que seu preço caiu significativamente.
 
Uma impressora simples a jato de tinta colorida, feita pela Hewlett Packard
 
Uma impressora a jato de tinta é qualquer impressora que lança pequenas gotículas de tinta sobre o papel para criar uma imagem. Se você olhar para um pedaço de papel que saiu de uma impressora de jato de tinta, você saberá que:
  • os pontos são extremamente pequenos (geralmente entre 50 e 60 microns de diâmetro), tão pequenos que são mais finos que o diâmetro de um cabelo humano (70 microns)
  • os pontos são posicionados de maneira muito precisa, com resoluções de até 1440x720 pontos por polegada (dots per inch - dpi)
  • os pontos podem ter cores diferentes combinadas para criar imagens com qualidade de fotografia
Neste artigo, você aprenderá sobre as diferentes partes de uma impressora a jato de tinta e como essas partes trabalham juntas. Você também aprenderá sobre os cartuchos de tinta e o papel especial que algumas dessas impressoras usam.
Primeiro, vamos dar uma rápida olhada nas diferentes tecnologias de impressoras.
 
 
Interior de uma impressora a jato de tinta
 
As partes de uma impressora de jato de tinta são:
  • conjunto de cabeça de impressão
  • cabeça de impressão: o núcleo de uma impressora a jato de tinta, a cabeça de impressão, contém uma série de esguichos que são usados para lançar gotas de tinta.
 
O conjunto de cabeça de impressão
  • cartuchos de tinta: dependendo do fabricante e do modelo da impressora, os cartuchos de tinta vêm em diferentes combinações, tais como cartuchos para tintas preta e colorida separados, tintas preta e colorida em um único cartucho ou mesmo um cartucho para cada cor de tinta. Os cartuchos de algumas impressoras a jato de tinta incluem a própria cabeça de impressão.  
  • motor de passo: um motor de passo move o conjunto de cabeça de impressão (cabeça de impressão e cartuchos de tinta) para frente e para trás, atravessando o papel. Algumas impressoras têm um outro motor de passo para estacionar o conjunto de cabeça de impressão quando a impressora não estiver em uso. Estacionar quer dizer que o conjunto de cabeça de impressão está impedido de se mover acidentalmente, como um freio de mão em um carro.
 
Motores de passo como este controlam o movimento da maioria das partes de uma impressora a jato de tinta
  • cinto: um cinto é usado para prender o conjunto de cabeça de impressão ao motor de passo.
  • barra estabilizadora: a cabeça de impressão usa uma barra estabilizadora para assegurar que o movimento seja preciso e controlado.
 
Aqui você pode ver a barra estabilizadora e o cinto.
  • conjunto de alimentação de papel
  • bandeja de papel/ alimentador: a maioria das impressoras a jato de tinta tem uma bandeja para você colocar papel. Algumas impressoras dispensam o uso da bandeja padrão por um alimentador. O alimentador tem um fecho com mola que fica aberto em um ângulo atrás da impressora, permitindo que você coloque papel nele. Os alimentadores não seguram tanto papel quanto uma bandeja tradicional.
  • roletes: um conjunto de roletes puxa o papel da bandeja ou do alimentador e manda o papel quando o conjunto de cabeça de impressão está pronto para mais uma folha.
 
Os roletes movem o papel pela impressora
  • motor de passo do alimentador de papel: este motor impulsiona os roletes a moverem o papel no passo exato e necessário para assegurar que uma imagem contínua seja impressa.
  • fonte de alimentação: enquanto que as primeiras impressoras tiveram um transformador externo,a maioria das impressoras de hoje usam uma fonte de alimentação padrão que é incorporada à própria impressora.
  • circuito elétrico de controle: uma quantidade pequena, mas sofisticada, de circuitos é construída na impressora para controlar todos os aspectos mecânicos de operação, assim como decodificar a informação enviada para a impressora pelo computador.
 
A operação mecânica da impressora é controlada por uma placa pequena de circuito contendo um microprocessador e uma memória
  • porta de interface(s): a porta paralela ainda é usada por muitas impressoras, mas a maioria das impressoras mais novas usa a porta USB. Algumas se conectam usando uma porta serial ou uma porta small computer system interface (SCSI).
 
Apesar de o USB estar dominando, muitas impressoras ainda usam uma porta paralela
 
 
Aquecimento x vibração
 
Tipos diferentes de impressoras a jato de tinta formam suas gotículas de tinta de formas diferentes. Há duas tecnologias principais de jato de tinta atualmente usadas pelos fabricantes de impressoras:
 
Visão dos esguichos em uma cabeça de impressão de jato de bolhas térmico 
  • Tecnologia Térmica: usada por fabricantes como Canon (BUBBLE JET ) e Hewlett Packard (DESKJET), este método é geralmente chamado de jato de bolha. Em uma impressora a jato de tinta térmica, resistores minúsculos produzem calor, evaporando a tinta e criando uma bolha. Conforme a bolha se expande, um pouco da tinta é lançada de um esguicho sobre o papel. Quando a bolha “estoura” (é rompida), cria-se um vácuo. Isto puxa mais tinta do cartucho para dentro da cabeça de impressão. Uma cabeça de impressão de jato de bolha típica tem 300 ou 600 esguichos minúsculos, e todos eles podem lançar uma gotícula simultaneamente.
  • Tecnologia piezoelectrica: patenteada pela Epson, esta tecnologia usa cristais piezo. Um cristal está localizado atrás do reservatório de tinta de cada esguicho. O cristal recebe uma pequena carga elétrica que faz com que ele vibre. Quando o cristal vibra para dentro, ele força uma pequena quantidade de tinta para fora do esguicho. Quando ele vibra para fora, puxa mais um pouco de tinta para o reservatório, repondo a tinta que saiu.  
 
 
Clique OK imprimir
 
Quando você clica em um botão para imprimir, há uma seqüência de eventos que acontece:
  1. O aplicativo que você estiver usando envia os dados a serem impressos para o driver da impressora.
  2. O driver traduz os dados para um formato que a impressora possa entender e verifica se a impressora está online e disponível para imprimir.
  3. Os dados são enviados pelo driver do computador para a impressora via interface de conexão (paralela, USB, etc).
  4. A impressora recebe os dados do computador. Ela guarda uma certa quantidade de dados em um buffer. O buffer pode alcançar de 512 KB a 16 MB de memória RAM dependendo do modelo. Os buffers são úteis porque eles permitem que o computador termine com o processo de impressão rapidamente, ao invés de ter que esperar a página ser impressa. Um buffer grande pode armazenar um documento complexo ou vários documentos básicos.
  5. Se a impressora está ociosa por um período de tempo, ela normalmente passará por um ciclo curto de limpeza para garantir que a(s) cabeça(s) de impressão esteja(m) limpa(s). Uma vez que o ciclo de limpeza esteja completo, a impressora está pronta pra começar a imprimir.
  6. O circuito elétrico de controle ativa o motor de passo do alimentador de papel. Isto aciona os roletes, que alimentam a impressora com uma folha de papel da bandeja/alimentador. Um pequeno mecanismo de ativação na bandeja/alimentador é abaixado quando há papel na bandeja ou no alimentador. Se a alavanca não é abaixada, a impressora acende a luz de “sem papel” LED e envia um alerta para o computador.
  7. Uma vez que o papel entra na impressora e é posicionado no início da página, o motor de passo da cabeça de impressão usa o cinto para mover o conjunto de cabeça de impressão atravessando a página. O motor para por uma mínima fração de segundo para que a cabeça de impressão lance pontinhos de tinta na página se movendo um pouquinho antes de parar novamente. Esses passos acontecem tão rapidamente que parece um movimento contínuo.
  8. Pontos múltiplos são feitos a cada parada. Ela lança as cores CMYK em quantidades precisas para se fazer qualquer outra cor imaginável.
  9. No final de cada passo completo, o motor de passo do alimentador de papel empurra o papel uma fração de polegada. Dependendo do modelo da jato de tinta, a cabeça de impressão é reajustada ao começo do lado da página ou, na maioria dos casos, simplesmente troca de direção e começa a se mover para trás atravessando a página enquanto imprime.
  10. Este processo continua até que a página esteja impressa. O tempo que leva para uma página ser impressa varia muito de impressora para impressora. Este tempo também vai variar baseado na complexidade da página e no tamanho de alguma imagem que esteja na página. Por exemplo, uma impressora pode ser capaz de imprimir 16 páginas por minuto (PPM) de um texto em preto, mas pode levar alguns minutos para imprimir uma imagem colorida do tamanho de uma página inteira.
  11. Assim que a impressão está completa, a cabeça de impressão é estacionada. O motor de passo do alimentador de papel gira os roletes para terminarem de empurrar a página impressa para a bandeja de saída. A maioria das impressoras de hoje usa tinta que seca muito rapidamente, para que você possa pegar a folha imediatamente, sem borrá-la.
 
 
Papel e tinta
 
As impressoras a jato de tinta são razoavelmente baratas. Elas custam menos do que uma impressora a laser preta-e-branca, e muito menos do que uma impressora a laser colorida. Na verdade, alguns fabricantes vendem algumas de suas impressoras com prejuízo. Com freqüência você pode encontrar a impressora em liquidação por menos do que você pagaria por um conjunto de cartuchos de tinta!
 
  
Esta impressora é vendida por menos de US$ 100
 
Por que eles fariam isso? Porque eles contam com suprimentos que você compra para que eles lucrem. Isto é muito semelhante à maneira que funcionam os negócios com vídeogame. O aparelho é vendido a preço de custo ou abaixo dele. Uma vez que você compra uma determinada marca de hardware, você vai ter de comprar outros produtos que funcionam com aquele hardware. Ou seja, você não pode comprar uma impressora do fabricante A e os cartuchos do fabricante B.
 
 
Tipo de cartucho de tinta colorida:
 
este tem tinta das cores cian, magenta e amarelo em reservatórios diferentes
 
Uma outra maneira que encontraram de reduzir custos foi incorporando grande parte da cabeça de impressão ao próprio cartucho. Os fabricantes acreditam que já que a cabeça de impressão é a parte da impressora com maior probabilidade de desgaste, substituí-la a cada vez que você repõe o cartucho aumenta a vida da impressora.
O papel que você usa em uma impressora a jato de tinta é muito importante para a qualidade da imagem. Papel de copiadora padrão funciona, mas não oferece uma imagem tão brilhante e nítida como um papel feito para uma impressora de jato de tinta. Há dois fatores principais que afetam a qualidade da imagem:
  • brilho
  • absorção
O brilho de um papel é normalmente determinado pela sua aspereza. Um papel áspero vai espalhar luz para várias direções, enquanto que um papel liso vai refletir mais da luz de volta na mesma direção. Isso faz com que o papel pareça mais brilhoso, o que também faz com que a imagem no papel pareça mais brilhante. Você pode ver isso ao comparar uma foto de um jornal com uma foto de uma revista. O papel liso da revista reflete luz de volta para o seu olho muito melhor do que a textura áspera do jornal. Qualquer papel designado como brilhante é geralmente mais liso do que um papel normal.
Outro fator chave na qualidade da imagem é a absorção. Quando a tinta é lançada sobre o papel, ela deve ficar em um ponto firme e simétrico. A tinta não deve ser absorvida demais pelo papel. Se isso acontecer, o ponto vai começar a empenar. Isto quer dizer que ela vai se espalhar de maneira irregular para cobrir uma área levemente maior do que a que a impressora espera. O resultado é uma página que parece de certa maneira borrada, particularmente nas extremidades dos objetos e do texto.
Imagine que o ponto à esquerda é um papel revestido e o ponto à direita é um papel de copiadora de baixa qualidade. Perceba o quanto o ponto da direita é maior e mais irregular, se comparado ao ponto da esquerda.
Como já disse, a visão borrada é causada pela absorção de tinta do papel. Para combater isto, o papel de alta qualidade para jatos de tinta é revestido com um filme de cera que mantém a tinta na superfície do papel. O papel revestido normalmente produz uma impressão muito melhor do que outros papéis. A baixa absorção do papel revestido é a chave para a capacidade de alta resolução de muitas impressoras a jato de tinta de hoje em dia. Por exemplo, uma impressora a jato de tinta da Epson pode imprimir a uma resolução de até 720x720 dpi em um papel comum. Com papel revestido, a resolução aumenta para 1440x720 dpi. A razão é que a impressora pode, na verdade, deslocar o papel levemente e acrescentar uma segunda coluna de pontos para cada coluna normal, sabendo que a imagem não ficará borrada e nem fará com que os pontos fiquem obscuros juntos.
As impressoras a jato de tinta podem imprimir uma variedade de mídias. As impressoras a jato de tinta comerciais podem às vezes lançar tinta diretamente em um item como o rótulo de uma garrafa de cerveja. Para uso do consumidor, há um grande número de papéis especiais, desde adesivos para cartões de negócios e folhetos. Você pode até passar a ferro os trânsfers que permitem que você crie uma imagem e coloque-a em uma camiseta. Uma coisa é certa, as impressoras a jato de tinta definitivamente oferecem uma maneira fácil e barata de você soltar sua criatividade.


Recarregando cartuchos
 
Devido ao alto custo dos cartuchos de impressão a jato de tinta, um grande negócio cresceu sobre a idéia de recarregá-los. Para a maioria das pessoas, recarregar é um bom senso, mas há algumas coisas a saber:
  • garanta que o kit de recarregamento é para o modelo de sua impressora. Como você aprendeu na seção anterior, impressoras diferentes usam tecnologias diferentes para colocar a tinta no papel. Se o tipo errado de tinta for usado, ela pode degradar a saída, ou possivelmente danificar a impressora. Apesar de algumas impressoras comerciais a jato de tinta usarem tintas que possuem óleo como base, virtualmente, todas as impressoras de trabalho em casa ou escritório usam tintas que possuem água como base. A composição exata da tinta varia entre os fabricantes. Por exemplo, impressoras a jato de tinta de bolha térmica precisam de tinta que fique estável em temperaturas mais altas do que as impressoras piezoelectricas;
  • a maioria dos fabricantes exige que você use apenas a tinta aprovada por eles. Kits de recarga normalmente anulam sua garantia;
  • enquanto você recarrega o cartucho, tenha cuidado com os que têm a cabeça de impressão dentro dele. Você não vai querer recarregá-los mais do que duas ou três vezes, ou a cabeça de impressão vai começar a deteriorar e pode danificar a sua impressora.

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Definições de Cartuchos

Cartucho é um periférico utilizado em impressora de jato de tinta ou laser para imprimir caracteres, imagens e fotos seja em preto e branco escala cinza ou coloridas tendo uma qualidade superior a da impressora matricial ou seja cartucho e um dispositivo de armazenamento de tinta ou toner usado em impressoras.
Pode imprimir textos e imagens sendo que esses tipos de impressoras podem ser utilizadas em qualquer departamento comercial ou em residencias. Sua velocidade é medida em linhas por minuto (L.P.M.), ou seja, imprime uma linha a partir de uma cinta que contem todos os caracteres. Essa impressora veio para suceder a impressora matricial que imprime letra por letra, caractere por caractere, por meio de pontos utilizando uma fita, e veio para suceder a antiga máquina de escrever tecnologia passada e foi sucedida pela tecnologia da impressora a laser que imprime por meio de um toner para uma qualidade muito mais superior utilizada principalmente em editoras, gráficas, escritórios, clinicas, hospitais, etc.

Cartucho Novo - Original ou Compatível
É todo cartucho fabricado com cem por cento (100%) de peças novas e sem uso anterior.

Cartucho Remanufaturado
É todo aquele que é desmontado para avaliação e substituição das peças que apresentam desgastes significativos que comprometem a qualidade de impressão.

Cartucho Recarregado
É todo aquele em que é agregado novo toner ou nova tinta sem avaliação e ou substituição de peças.

O que fazer com cartuchos vazios?

Atualmente o cartucho vazio para impressora vale dinheiro, pizza, refrigerante, ingresso para o cinema e até entrada no jogo de futebol. Muitas empresas, que atuam nesse ramo, oferecem uma infinidade de brindes para convencer os usuários a dar melhor destino aos cartuchos usados, tanto para colaborar com a reciclagem e o meio ambiente como para reaproveitar os suprimentos.
Também é possível transformar o cartucho vazio em boa ação. Há empresas, tanto as que produzem cartuchos originais, quanto recondicionados e/ou compatíveis, que destinam a verba, ou parte dela, da compra de cartuchos vazios, para entidades sociais e/ou não-governamentais. O mesmo se refere à destinação das impressoras.
Ainda, pode-se vender ou mesmo doar para alguma empresa que tenha essa política.

O que é CADRI?

O CADRI - Certificado de Aprovação para Destinação de Resíduos Industriais - é um instrumento que aprova o encaminhamento de resíduos industriais a locais de reprocessamento, armazenamento, tratamento ou disposição final, licenciados ou autorizados pela CETESB - Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental - para as empresas da cidade de São Paulo.

Documentos necessários:
O interessado comparece na agência ambiental da CETESB, onde recebe a orientação para a formalização do pedido de CADRI. A documentação necessária para formalizar o pedido desse Certificado é constituída de:
- Impresso denominado "Solicitação de", utilizado para quaisquer pedidos de Licenças, Certificados ou Pareceres;
- Formulário CADRI;
- Impresso MCE - Resíduos Industriais - Folha Adicional, com informações sobre geração, composição e destinação de resíduos industriais;
- Carta de Anuência, do local de destino dos resíduos;
- Licença e autorização específica do órgão ambiental do Estado de destino, quando se tratar de encaminhamento a outro Estado;
- Procuração, quando for o caso.

Ao protocolar o pedido, a Agência Ambiental emitirá a Ficha de Compensação com o preço da solicitação, que poderá ser recolhido em qualquer banco, até o vencimento. Após o vencimento, somente poderá ser recolhido no Banco Nossa Caixa, num prazo de 10 dias. Decorrido este prazo, nova Ficha de Compensação deverá ser obtida junto à Agência Ambiental da CETESB.

Procedimentos para retirada do CADRI
1 – É necessário que a empresa possua a licença de funcionamento da Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental - CETESB para exercer a atividade de recarga e recondicionamento de cartuchos para impressoras.

2 – Será necessário entrar em contato com empresas habilitadas pelo órgão competente na manipulação dos resíduos, por exemplo a CDR, poderá ser contactada (ou outra empresa que ofereça o mesmo serviço) se coloca o tipo de material fazendo-se a colocação quanto aos resíduos de toner.


Obtenção do CADRI - Certificado de Aprovação para Destinação de Resíduos Industriais

Estas informações foram obtidas através de contato telefônico, em 04/Julho/2003, com o Sr. Paulo Evangelista do Setor de Licenciamento Industrial da CETESB-S.Paulo
1. Procurar Agência Ambiental da CETESB mais próxima. Ver relação da agência no site http://www.cetesb.sp.gov.br/, em “Fale conosco”, retirar formulário e guia para recolhimento de taxa (atualmente,R$ 806,00). Para cada destinação deverá ser elaborado um CADRI
2. Caracterizar resíduos segundo Normas ABNT (10.004 a 10.010). Esta caracterização poderá ser feita nos laboratórios da própria unidade, neste caso um relatório de análise, incluindo metodologia e resultados, deverá ser elaborado para ser anexado ao CADRI.
3. Transporte dos resíduos: deverá ser feita por uma empresa especializada em transporte de cargas perigosas. Poderá ser feito por veículos da UNESP, desde que os resíduos estejam adequadamente embalados (Normas NBR-1183 e 1264) e o motorista esteja habilitado a transportar cargas perigosas (habilitação obtida junto à Polícia Rodoviária)
4. Destinação final: a empresa que ficará encarregada da destinação final deverá estar cadastrada na CETESB.

Para mais informações sobre o CADRI, acesse o site oficial da CETESB:
www.cetesb.sp.gov.br

O Instituto Sete Ondas emite certificado da ISO 14000?

A norma ISO 14000 fornece as ferramentas necessárias, para que as empresas, interessadas na defesa do meio ambiente, possam identificar seus impactos ambientais e criar mecanismos para controlá-los, reduzí-los ou mesmo eliminá-los, permitindo assim, uma convivência harmoniosa entre o crescimento econômico e a preservação e conservação do meio ambiente.
É uma norma direcionada e aplicável a qualquer empresa, independentemente de seu tamanho, porte ou segmento de atividade, seja ele industrial, comercial ou de serviços. O que interessa é a vontade e disposição da organização em compatibilizar o seu crescimento econômico com a conservação e proteção do meio ambiente.
Obter uma certificação ISO 14001, significa ser alguém preocupado com a qualidade de seus produtos e serviços e a proteção e conservação do meio ambiente. Crescer economicamente, preservando e conservando o meio ambiente e praticar o desenvolvimento sustentado. O que está cada vez mais em alta, nos últimos tempo.
Para iniciar, é necessário contatar uma empresa especializada que possa auditar e emitir a certificação ISO e que seja devidamente credenciada por organismos internacionais, que no caso do Brasil é o INMETRO. O sistema de gestão ambiental implantado em sua empresa, será então auditado e se atender todos os requisitos da norma ISO 14000, será certificado. Entretanto, semestralmente o Sistema será reavaliado e deverão ser fornecidas evidências da melhoria contínua.

O que é Outsourcing?

Outsourcing designa a ação que existe por parte de uma organização em obter mão-de-obra fora da empresa, ou seja, mão-de-obra terceirizada. Está fortemente ligado a idéia de sub-contratação de serviços.
É a transferência das atividades conhecidas como atividades meio, e nunca as atividades fins (produto final), para uma empresa terceirizada. O termo outsourcing está sempre relacionado com o fornecimento de tecnologia.

Benefícios
•Acessos a novos recursos humanos e tecnologia.
•Transparência no estabelecimento de prioridades.
•Maior visibilidade dos custos.
•Controle claro e objetivo de cronogramas.
•Objetividade na negociação.
•Transferência do risco de parte da atividade para terceiros.

Riscos
•Resultados nem sempre correspondente ao esperado.
•Custos por vezes ficam além do previsto.
•Dependência de parceiros pouco compromissados.
•Falta de conhecimento do negócio por parte dos outsourcers.

O que fazer com os resíduos industriais?

Nesse tipo de atividade, os resíduos de toner/tinta, carcaças de toner/cartucho podem ser enviados para empresas de reciclagem. A sobra de toner/tinta pode ser enviada para aterro ou contratar empresas de reciclagem existentes na região.
Na cidade de São Paulo, esse tipo de processo é elaborado por meio do CADRI - Certificado de Aprovação para Destinação de Resíduos Industriais – documento emitido pela CETESB que autoriza o destino de um determinado tipo de resíduo para um determinado local durante um período de tempo.